Transmissao ao Vivo do CEO Summit da Endeavour

Add comment October 6th, 2010

BenchMark de Recuperacao de Backup

Algo que sempre me impressionou no MacOs foi a capacidade de migrar de um computador para outro sem precisar reinstalar nada, e com poucos cliques. Nāo ter que reinstalar nenhum programa, configurar email, digitar numero de serie de aplicativo, instalar driver de placa de video, som, rede, webcam, impressora, etc é uma grande economia de tempo.

Já utilizei essa tecnica diversas vezes desde que comprei o primeiro mac, e na verdade de lá para cá já se vão 5 anos e 4 macs, sem formatar ou reinstalar o MacOS, só transferindo dados de um computador pro outro.

Sabendo agora que o windows 7 ja tem recursos de backup como o time machine, seria interessante colocar a prova a recuperacao de backup: zerar uma maquina e ver qual o processo necessario pra recuperar uma maquina windows e mac de um desastre em que se renha perdido todos so dados do hd etenha que ser feita uma recuperacao total do backup. Em quanto tempo voce estaria pronto para produzir novamente com cada um desses sistemas?
Brincadeira boa pra um evento de seguranca, com a presenca de @glebejr @rodrigojorge e @itcursos

Sent from my iPad

Add comment October 2nd, 2010

1000 mousepads. Interessa? #faxinadigi

Add comment October 1st, 2010

Dilma defende digitalização dos serviços públicos

Tribuna do Norte | Dilma defende digitalização dos serviços públicos para reduzir gastos do governo.

Segundo a ministra, com a informatização fica mais fácil controlar e fiscalizar a máquina pública. “Imaginem um serviço de saúde que nós tivéssemos um cartão único e uma rede única centralizada em todo o Brasil. Nós saberíamos quantas vezes uma pessoa fez tomografia, se ela está fazendo tomografia demais ou não”, exemplificou.

Agora Imagine esse exemplo:

Um site que busca no Tribunal de Contas do Estado todas os gastos públicos. Nessa base só tem o valor da obra e o nome da empresa que a executa. Esse mesmo site busca no sistema do governo do Estado os detalhes e endereços de todas as licitações e o seu andamento.

Juntando essas informações o site mostra um mapa da cidade com todos os pontos onde existem obras, qual foi a licitação, com cores diferentes para as obras de maior valor e uma barrinha pra dizer em que estágio está a obra. O mapa ainda poderia ser filtrado por obras de infra-estrutura, telecomunicações, saneamento, novas construções, recuperações. Agora imagine fazer isso numa linha do tempo e comparar graficamente o período de um governo com o período de outro? Ver quais regiões da cidade recebem mais recursos? Quais regiões têm obras conflitantes (pavimentar primeiro e depois abrir p/ sanear e depois pavimentar de novo). Já pensou dar “Play” num filminho que mostre o crescimento da sua cidade como se você estivesse assistindo uma partida de SimCity?

Agora imagine qualquer pessoa poder clicar num desses pontos do mapa e adicionar uma foto, mostrando que a obra não está andando como está registrado? E adicionar um comentário sobre os transtornos e incoerências da obra? Sabe quem é a melhor pessoa para fazer isso? Quem mora ou trabalha perto desses locais. É a própria população contribuindo na fiscalização e controle dos gastos públicos.

Minha idéia é relativamente simples, totalmente inspirado em Wikinomics e o Gapminder de Hans Rosling:

Transformar todos os sistemas de informação públicos em uma grande plataforma de colaboração. Como? Todo site ou sistema teria uma saída padrão dos seus dados públicos para consulta por qualquer outro sistema que quisesse acesso a esses dados.

Dessa forma qualquer outro sistema desenvolvido teria um protocolo comum que serviria para buscar informações em sistemas governo, cruzar essas informações da maneira que achasse melhor e criar uma nova visão desses dados nunca antes imaginada pelos órgãos que possuem os dados originais.

Hoje cada órgão libera suas informações do jeito que achar mais conveniente. Um coloca uma página que você tem de se cadastrar, outro gera um arquivo PDF, ou tro tem um sistema de busca horrível, e por aí vai. Se você quiser por exemplo acompanhar licitações na sua cidade não existe outra opção senão baixar um arquivo PDF e dar um Ctrl + F. Para uma empresa automatizar esse processo tem de gerar um leitor de PDF, uma gambiarra enorme e desnecessária.

O governo podia se inspirar em plataformas como o RDS da Amazon e prover acesso fácil e padronizado à toda a base de dados públicos dos órgãos do governo. O resultado disso é imprevisível, pois existindo uma plataforma desse abre-se um universo de possibilidades do que se pode fazer com esses dados.

3 comments January 23rd, 2010

Dica de CRM – Criar Pipelines por tipo de produto

Explicando: o grande negócio do CRM no que se refere a vendas: Toda venda segue certos estágios, e ao conjunto desses estágios dá-se o nome de Pipeline ou Funil.  Em geral esses estágio são:

  • Prospecção
  • Qualificação
  • Análise de necessidades
  • Proposição de valor
  • Identificação de Decisores
  • Análise e Percepção
  • Proposta/Preço
  • Negociação/Revisão
  • Ganhamos
  • Perdemos

Passei mais de um ano tentando usar o SugarCRM (Programa de CRM Open Source com versão gratuita ou paga) e sempre tinha que engolir a seco algumas implementações. O Pipeline por mais bonito que pareça nunca se encaixou no modelo comercial que usávamos, e dependendo do produto ficava a coisa mais estranha do mundo.

Isso só se clarificou mesmo na minha mente depois que parei de usar o Sugar e passei a usar um software para desktop – o DayLite. A primeira coisa que me impresionou nele foi o fato de vir com vários modelos para vários tipos de negócios diferentes, já com uma estrutura pronta e alguns dados inseridos. E logo de cara já apareceu a grande solução para o problema que eu tinha no Sugar: os Pipelines no Daylite são customizáveis.

Agora a conversa é outra. Não preciso mais ter a fase de “identificação de decisores”, e tenho uma fase “Follow-up com o cliente”, que pra mim faz muito mais sentido.

Cada tipo de produto meu tem um Pipeline: Consultoria, Desenvolvimento de Software, Sistema de Telefonia IP, e por aí vai.

Outra coisa boa é que existem Pipelines diferentes para Oportunidades (dinheiro que você pode vir a ganhar se você fechar o negócio e fizer uma venda) e Projetos (Dinheiro que você deve receber se entregar o que prometeu no contrato). Dessa forma nos projetos tipo “Cursos” eu tenho uma fase “Fechamento da Turma” e nos projetos  do tipo “Consultoria” eu tenho uma fase de “Diagnóstico Inicial”

Minha sugestão de 1 milhão de dólares: implementem os Pipelines customizados no SugarCRM ou em qualquer outro software de CRM para Web e fiquem ricos.

4 comments September 19th, 2009

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